mototaxista cai numa "cocó' e acaba sendo assassinado. crime foi em moreno

Em um local escuro, sem nenhuma residência por perto e de difícil acesso, no distrito de Bonança, em Moreno, um mototaxista foi assassinado, na noite da última quarta-feira, com vários tiros, um deles à queima-roupa. Jonatan Ricardo dos Santos Silva, de 24 anos, no momento do crime, estava acompanha do por um amigo e a namorada, mas nenhuma das testemunhas ficou ferida. No local do homicídio, as duas pessoa, que acompanhavam a víti­ma fatal, deram uma explicação que não ficou clara para os policiais e acabaram sendo levadas à delegacia para prestar depoimento, na presença do delegado da Força Tarefa Sul do Departamento de Homicídio e Proteção à Pessoa (DHPP), Victor Hugo.
De acordo com o amigo, a vítima estava indo jantar na casa de uma mulher conhecida ape­nas como Isabel, mas a moto quebrou e ele teve que pedir ajuda. “Ele me chamou para ir deixá-lo, junto com a namorada dele, na residência de uma mulher, mas, no meio do cami­nho, a minha motocicleta teve dificuldade de subir uma ladeira com as três pessoas na ga­rupa. Nesse momento, Jonatan pediu para a menina descer, disse a ela que me deixaria lá em cima e depois voltava para buscá-la. Um pouco mais para frente, dois homens em uma moto nos abordaram, anunciaram o assalto e atiraram. Graças a Deus eu consegui escapar por dentro do mato”, disse. 

A história contada pelo rapaz, que não quis se identificar, deixou os policiais militares intri­gados por vários motivos. Primeiro, a testemunha do crime, que disse ter corrido pelo mato, não estava, de acordo com os PMs, com a roupa suja. Segundo, porque a vítima não foi deixar primeiro a namorada na casa da mulher, já que estavam em um local escuro. Terceiro, apesar de o homem ter dito que o assalto foi anunciado, nenhum objeto de Jonatan foi levado. “Tudo isso é muito estranho. O pior é que fomos até a casa de Isabel e ela nos disse que não estava esperando ninguém para jantar e que não conhecia nenhuma dessas pessoas”, contou o soldado do 6º BPM, Evandro José Cavalcanti Lira.

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