

Uma confusão tomou conta da cadeia pública de Gravatá, no Agreste pernambucano, na tarde deste sábado (03).
De acordo com a polícia, os presos quebraram os cadeados, saíram das celas com pedaços de madeira e atearam fogo em colchões. Sem muitas informações, parentes dos detentos começaram a passar mal.
A superlotação pode ter provocado o tumulto: a cadeia de Gravatá tem capacidade para 30 detentos, mas atualmente abriga 85, quase o triplo da capacidade. Depois da rebelião, 62 presos foram transferidos para Limoeiro e Vitória de Santo Antão.
De acordo com a polícia, os presos quebraram os cadeados, saíram das celas com pedaços de madeira e atearam fogo em colchões. Sem muitas informações, parentes dos detentos começaram a passar mal.
A superlotação pode ter provocado o tumulto: a cadeia de Gravatá tem capacidade para 30 detentos, mas atualmente abriga 85, quase o triplo da capacidade. Depois da rebelião, 62 presos foram transferidos para Limoeiro e Vitória de Santo Antão.
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