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De acordo com informações repassadas pela polícia, dois homens que chegaram numa moto efetuaram os disparos. Era por volta das 20h. Características, modelo e placa do veículo não foram anotados. Poucas pessoas se atreviam a passar pelo local no momento do crime. Segundo o irmão da vítima, o pedreiro de 39 anos, que preferiu não se identificar, a vítima morava no bairro onde foi assassinada com uma companheira. Todos os dias, o ex-presidiário mantinha contato com a mãe. “A última vez que falei com ele, Adriano me disse que estava tudo bem. Isso foi na quinta-feira. Não temos ideia de quem pode ter feito isso”, lamentou o parente.
A perícia do Instituto de Criminalística (IC) apontou que um dos tiros transfixou o corpo da vítima. Foram encontradas cinco lesões no cadáver. Pelas características dos ferimentos, a arma utilizada pelos bandidos pode ser um revólver calibre 38. Porém, apenas o exame de balística poderá descobrir o artefato utilizado. O caso foi registrado pela equipe de plantão da Força Tarefa da Capital, do Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP). Segundo a comissária Maria Edlene, a polícia não tem suspeitos do crime. “As investigações vão continuar, mas não temos nomes para adiantar. Os criminosos estavam com capacetes, o que pode dificultar a identificação”. O corpo do ex-presidiário foi encaminhado para o Instituto de Medicina Legal (IML), em Santo Amaro.
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